28 - Qual é o teor do Símbolo dos Apóstolos?

Creio em Deus,
Pai todo-poderoso,
Criador do céu e da terra.
e em Jesus Cristo,
Seu único Filho, nosso Senhor,
que foi concebido pelo poder do Espírito Santo;
nasceu da Virgem Maria;
padeceu sob Pôncio Pilatos,
foi crucificado, morto e sepultado;
desceu à mansão dos mortos;
ressuscitou ao terceiro dia;
subiu aos Céus;
está sentado à direita do Pai, todo-poderoso
de onde há-de vir julgar os vivos e os mortos.

Creio no Espírito Santo,
na santa Igreja Católica,
na comunhão dos santos,
na ,remissão dos pecados,
na ressurreição da carne,
na vida eterna. Ámen.


O Credo seja para ti como um espelho! Mira-te nele para ver se realmente crês em tudo o que defines como fé. E aalegra-te cada dia na tua fé! Santo Agostinho

27 - Como surgiram os símbolos da fé?

Os símbolos da fé remontam ao tempo de Jesus, que exortou os discípulos a baptizar. Estes deveriam, então, confirmar se as pessoas confessavam uma determinada fé, nomeadamente no Pai, no Filho e no Espírito Santo (->TRINDADE). [188-191]

A célula primitiva de todos os símbolos posteriores é a «confissão do Senhor Jesus» e o Seu encargo missionário, isto é, «Ide, fazei discípulos de todas as nações, baptizai-os em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo!» (Mt 28,19). Todos os símbolos da fé da Igreja são desdobramentos da fé neste Deus trino. Cada um deles começa com a confissão do Pai Criador e sustento do mundo, referem-se ao Filho, através do qual o mundo e nós mesmos encontramos a redenção, e desembocam na confissão do Esp+irito Santo, que é a presença de Deus  na Igreja e no mundo.

26 - O que são símbolos da fé?

Símbolos da fé são definições abreviadas da fé, que possibilitam uma confissão comum a todos os crentes. [185-188, 192-197]

Tais definições abreviadas encontram-se já nas cartas paulinas. O protocristão Símbolo dos Apóstolos possui uma especial dignidade por ser uma síntese da fé dos -> APÓSTOLOS. O grande símbolo da fé tem um alto prestígio porque proveio dos grandes concílios da então ainda indivisa Igreja (Niceia, 325; Constantinopla 381) e permaneceu até hoje como a base comum dos cristãos do Oriente e do Ocidente.